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Mostrando postagens de Julho, 2013

Moça...

Você, perdida no espaço parecia tão triste no dia que te conheci, seus olhos perderam o brilho olhando pro nada, secretamente você pedia que aquele dia nunca tivesse chegado. Eu vi você engolir a mágoa e fingir um sorriso para não ter que dizer que era cruel ali embaixo, que você só queria ir para casa e dormir. Seus olhos, eles pediam um pouco de paz, um pouco de zelo. E eu me vi querendo te cuidar, te conhecer melhor, eu quis ver um sorriso verdadeiro nos seus lábios cerrados. Eu quis conhecer a sua história, quis saber das manias que te fazem singular, da rotina dos seus dias, do que motiva seus passos ritmados. Eu quis saber o seu lugar preferido nesse mundo maluco, a sua opinião para aquilo que eu não tenho nenhuma, os seus conceitos, seus desejos. Eu quis fazer parte do seu dia-a-dia. Tenho essa mania de olhar para alguém e de repente querer ser parte do mundo da pessoa, querer saber sobre ela, querer entender, acolher. Talvez sejam os olhos, talvez seja o tom da voz, talvez se…

Sexto sentido.

O quanto cabe no espaço de uma palavra a outra? O quanto cabe no silêncio entre uma pronuncia e outra? O quanto de silêncio cabe nas minhas falas? O quanto cabe entre a dúvida e a certeza? O quanto de verdade cabe nas estórias? O quanto de simplicidade cabe naquilo que é complexo? O quanto de entrelinhas cabe nas minhas palavras ditas? O quanto cabe no tempo que me leva a conseguir concluir algo? O quanto de você cabe em mim? O quanto de mim cabe em você?
O tempo e o seu passar tão relativo me fala da necessidade de se aprender a conviver com entrelinhas, com meios termos, com subjetividades, com figuras de linguagem. E também há a questão de aprender a usá-las apropriadamente. Leva tempo para se perceber que nem tudo pode ser dito, que nem tudo pode ser perguntando e que, na maioria das vezes, a convivência com a dúvida é algo importante para reconhecer às verdades primordiais que são escondidas em “ações” aparentemente insignificantes. Sinta essas entrelinhas. Um determinado jeito …

Declaring...

I'll never be that girl who makes the time never be enough
Never be your secret wish
Never be your play
Someday your way...

I'll never be the most comfortable and sweet silence
Never be your favorite embrace
Never be your girl
Somewhere your floor...


I'll never be the voice that you wait all day to hear
Never be your safe haven
Never be your storm
Somehow your warm...

I'll never be the one unforgettable caress
Never be your hungry kiss
Never be your wing
Sometimes your piece than everything...